A colportagem precisa de um reavivamento
“E, voltando para os Seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudeste vigiar comigo?”
Mateus 26:40
Quando os membros da igreja sentirem a importância da circulação de nossa literatura, devotarão mais tempo a esta obra. Revistas, folhetos e livros serão colocados nos lares do povo, a fim de que preguem o evangelho em seus variados setores. [...] A igreja deve dispensar sua atenção à obra da colportagem. Esta é uma das maneiras pelas quais ela deve resplandecer no mundo. Então ela sairá “formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras”. — Manuscrito 113, 1901.
A importância da colportagem é conservada sempre diante de mim. Ultimamente não tem sido infundida nesta obra a vida que outrora lhe era proporcionada pelos agentes que faziam dela sua especialidade. Colportores têm sido chamados de sua obra evangelística para se empenhar em outro trabalho. Isto não é como devia ser. Muitos de nossos colportores, se verdadeiramente convertidos e consagrados, podem fazer mais neste ramo do que em qualquer outro, quanto a apresentar a verdade para este tempo diante do povo.
Temos a Palavra de Deus para mostrar que o fim está próximo. O mundo deve ser admoestado, e, como nunca antes, devemos ser cooperadores de Cristo. A obra de admoestar foi-nos confiada. Temos de ser condutos de luz ao mundo, comunicando aos outros a luz que recebemos do grande Portador de Luz. As palavras e ações de todos os homens devem ser provadas. Não sejamos vagorosos agora. Aquilo que deve ser feito para advertir o mundo, precisa ser feito sem demora. Não deixem enfraquecer a colportagem. Que os livros que contêm a luz sobre a verdade presente sejam colocados diante de tantas pessoas quanto for possível. — Testemunhos seletos, vol. 2, p. 545.
Os colportores devem ir a várias partes do campo. A importância desta obra é perfeitamente igual à do ministério. O pregador vivo e o mensageiro silencioso são ambos necessários à conclusão da grande obra que está perante nós. — The Review and Herald, 1º de abril de 1880.