Cuidado com o fascínio do mundo
“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição [...] e de modo nenhum escaparão”
1 Tessalonicenses 5:3
Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. [...] Os judeus, destituídos do poder da Palavra de Deus, ensinavam ao mundo tradições e especulações que confundiam a mente e embebedavam a alma. A adoração de Deus, “em espírito e verdade”, fora substituída pela glorificação dos homens em uma rotina interminável de cerimônias criadas pela humanidade. Pelo mundo todo, os todos sistemas de religião estavam perdendo seu poder sobre a mente e a alma. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens abriram os braços à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente, o aqui e o agora.
Como deixassem de admitir as coisas divinas, também deixaram de levar em conta as coisas humanas. [...] A ideia do dever, do compromisso entre a força e a fraqueza, da dignidade e dos direitos humanos, foi rejeitada como um sonho ou uma fantasia. O povo comum era considerado como animais de carga, ou como instrumentos e degraus por onde os ambiciosos poderiam subir. Riqueza e poder, comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos luxos. A degradação física, o entorpecimento mental e a morte espiritual caracterizavam a época. — Educação, pp. 74 e 75.
Que terrível engano está na mente dos que pensam que o mundo está ficando cada vez melhor! [...]
Venha quando vier, o dia do Senhor virá de improviso aos ímpios. Correndo a vida sua rotina invariável; [...] e achando-se o povo embalado em uma falsa segurança, então, como o ladrão à meia-noite rouba a casa desprotegida, virá repentina destruição aos descuidados e ímpios, e “de nenhum modo escaparão”. — O grande conflito, p. 38.