O espírito evangélico de 1844
“Dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, porque vinda é a hora do Seu juízo. E adorai Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas”
Apocalipse 14:7
Recentemente em horas da noite minha mente foi impressionada pelo Santo Espírito com o pensamento de que se o Senhor há de vir logo como cremos, devemos ser mais ativos ainda em levar a verdade perante o povo do que o fomos nos anos passados.
Nesta conexão minha mente volveu às atividades dos crentes adventistas em 1843 e 1844. Havia por esse tempo muita visitação de casa em casa, e incansáveis esforços eram feitos para advertir o povo sobre o que estava escrito na Palavra de Deus. Mesmo mais esforços deviam fazer agora do que o fizeram os que proclamaram tão fielmente a mensagem do primeiro anjo. Estamos nos aproximando rapidamente do fim da história da Terra; e ao compreendermos a verdade de que Jesus indubitavelmente logo virá, nos despertaremos e trabalharemos como nunca dantes. Somos convidados a fazer soar um alarma para o povo1. — The General Conference Bulletin, 27 de maio de 1913, p. 164.
Quando forem, como fizeram os discípulos, de lugar em lugar, contando a história do amor do Salvador, vocês farão amigos e verão os frutos de seus esforços. [...] As Escrituras serão abertas para testificar da verdade. E com sinais que se seguirão, o Senhor confirmará a palavra falada.
Esta espécie de trabalho tem estado fora de moda. Seja ela de novo posta em prática. Todo o campo está branco e pronto para a ceifa. O Senhor deseja que muitos mais saiam para o campo da seara. Ele estará com os que estudam Sua Palavra e obedecem aos Seus mandamentos; com eles repartirá Sua graça. Vá em nome de Cristo, lembrando-se de que Ele é seu companheiro, de que cada oração, cada palavra, cada cântico, é ouvido por Ele. A mensagem da breve vinda do Senhor com poder e grande glória levará convicção a muitos corações. — The Review and Herald, 4 de fevereiro de 1904.
Nota 1: Esta foi a última mensagem oficial dada à igreja por Ellen White a uma delegação de Conferência Geral. Foi lida em 1913, no dia 27 de maio pelo presidente, Arthur Daniells.