O lugar do santuário na pregação da mensagem
“Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da Majestade, Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem”
Hebreus 8:1 e 2
A compreensão correta do ministério do santuário celestial constitui o alicerce de nossa fé. — Carta 208, 1906. O assunto do santuário e do juízo investigativo deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus. Todos precisam conhecer a posição e a obra de seu grande Sumo Sacerdote. Aliás, lhes será impossível exercerem a fé que é essencial neste tempo, ou ocupar a posição que Deus lhes deseja confiar. Cada indivíduo tem uma alma a salvar ou a perder. Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias!
Todos os que receberam luz sobre estes assuntos devem dar testemunho das grandes verdades que Deus lhes confiou. O santuário no Céu é o próprio centro da obra de Cristo em favor dos homens. Diz respeito a toda a alma que vive sobre a Terra. Torna-nos evidente o plano da redenção, levando-nos até ao final do tempo, e revelando o desfecho triunfante da controvérsia entre a justiça e o pecado. É da máxima importância que todos investiguem cuidadosamente esses assuntos, e possam dar resposta a qualquer que lhes peça a razão da esperança que neles há. — O grande conflito, pp. 488 e 489.
O assunto do santuário foi a chave que esclareceu o mistério do desapontamento de 1844. Revelou um conjunto completo de verdades, ligadas harmoniosamente entre si e mostrando que a mão de Deus dirigiu o grande movimento do advento e apontou novos deveres ao trazer à luz a posição e obra de Seu povo. — Ibidem, p. 423.