Todos os cristãos devem ser missionários, inclusive você
“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!”
Romanos 11:33
A obra que os discípulos fizeram, também nós devemos fazer. Todo cristão deve ser missionário. Cumpre-nos, em simpatia e compaixão, servir aos que necessitam de auxílio, buscando com abnegado zelo aliviar as misérias da humanidade sofredora. — A ciência do bom viver, p. 104.
Antes de ascender ao Céu, Cristo deu aos discípulos uma comissão. Disse-lhes que eles deviam ser os executores do testamento no qual Ele legava ao mundo os tesouros da vida eterna. — Atos dos apóstolos, p. 27.
Crentes de todos os séculos têm tomado parte na incumbência dada aos primeiros discípulos. Todos os que receberam o evangelho, receberam a sagrada verdade para repartir ao mundo. Os fiéis de Deus têm sido sempre destemidos missionários, consagrando seus recursos para a honra de Seu nome, e sabiamente usando seus talentos em Seu serviço. — Atos dos apóstolos, p. 109.
A comissão evangélica é a Carta Magna1 missionária do reino de Cristo. Os discípulos devem trabalhar fervorosamente pelas almas, dando a todas o convite de misericórdia. Não devem esperar que o povo venha a eles; devem eles ir ao povo com sua mensagem. — Atos dos apóstolos, p. 28.
Os mensageiros de Deus são incumbidos de empenhar-se na mesma obra que Cristo fazia enquanto esteve na Terra. Devem-se entregar a todos os ramos de serviço que Ele desenvolveu. Com zelo e sinceridade, devem falar aos homens acerca das insondáveis riquezas e do imortal tesouro celeste. — Testemunhos seletos, vol. 3, p. 349.
Nota 1: Magna Carta (em português “Grande Carta”) é forma reduzida do título, em latim, da Magna Charta Libertatum, seu Concordiam inter regem Johannen at barones pro concessione libertatum ecclesiae et regni angliae (Grande Carta das liberdades, ou concórdia entre o rei João e os barões para a outorga das liberdades da Igreja e do rei Inglês), um documento de 1215 que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício do poder absoluto. Resultou de desentendimentos entre João, o Papa e os barões ingleses acerca das prerrogativas do soberano. Segundo os termos da Magna Carta, João deveria renunciar a certos direitos e respeitar determinados procedimentos legais, bem como reconhecer que a vontade do rei estaria sujeita à lei. Considera-se a Magna Carta o primeiro capítulo de um longo processo histórico que levaria ao surgimento do constitucionalismo. FONTE: <http://www.bl.uk/treasures/magnacarta/magna.html>. Acesso em 21 abr. 2017.