Uma grande responsabilidade
“Ide, pois, às saídas dos caminhos e convidai para as bodas a todos os que encontrardes. E os servos, saindo pelos caminhos, ajuntaram todos quantos encontraram, tanto maus como bons; e a festa nupcial ficou cheia de convidados”
Mateus 22:9 e 10
Repousa sobre nós a pesada responsabilidade de advertir o mundo quanto ao juízo iminente. De todas as direções, de longe e de perto, ouvem-se os pedidos de auxílio. A igreja, inteiramente consagrada ao seu trabalho, deve levar a mensagem ao mundo: Vinde ao banquete do evangelho; a ceia está preparada, vinde. [...] Coroas, imortais coroas há para serem ganhas. O reino dos Céus deve ser alcançado. Um mundo, que está a perecer no pecado, deve ser iluminado. A pérola perdida deve ser achada. A ovelha perdida deve ser conduzida de volta, em segurança, para o curral. Quem se unirá aos que vão buscá-la? Quem erguerá a luz aos que tateiam nas trevas do erro? — The Review and Herald, 23 de Julho de 1895.
Devemos sentir agora a nossa responsabilidade de trabalhar com intenso ardor, a fim de comunicar a outros as verdades que Deus nos tem revelado para o tempo atual. Não podemos ser demasiado diligentes. [...]
Agora é o tempo de proclamar a última advertência. Uma virtude especial acompanha presentemente a proclamação desta mensagem; mas por quanto tempo? — Só por um pouco de tempo ainda. Se jamais houve uma crise, essa crise é justamente agora.
Todos estão decidindo agora o seu perpétuo destino. Os homens precisam ser despertados a fim de reconhecer a solenidade do momento, e a proximidade do dia em que terá terminado a graça. Esforços decisivos têm de ser envidados, a fim de apresentar esta mensagem ao povo de modo notável. O terceiro anjo deverá avançar com grande poder. — Testemunhos seletos, vol. 2, p. 371 (1900).
A obra evangelística, de abrir as Escrituras aos outros, advertindo homens e mulheres daquilo que está para vir ao mundo, deve ocupar, mais e mais, o tempo dos servos de Deus. — The Review and Herald, 2 de agosto de 1906.