Há tais cantos lá no Céu,
que aqui ninguém jamais ouviu!
Sempre os anjos cantam glórias
ao Cordeiro do Senhor.
Harpas sempre em harmonia,
sempre a voz em claros tons.
Quem nos dera ser assim,
servindo ao Rei e Salvador!
“Santo! Santo!”,
é o canto de anjos bons.
Eu hei de um dia unir a voz
a tais aclamações!
Mas quando eu lhes contar
a história dessa redenção,
Jamais irão compreender
tão grande salvação.
Mesmo eu não sendo um anjo,
lá no Céu hei de cantar.
Vou unir-me ao grande coro
dos remidos do Senhor.
Louvarei meu Salvador, que
sobre a cruz por mim morreu,
Que pagou as minhas culpas
e libertação me deu.
“Santo! Santo!”,
é o canto de anjos bons.
Eu hei de um dia unir a voz
a tais aclamações!
Mas quando eu lhes contar
a história dessa redenção,
Jamais irão compreender
tão grande salvação.
Esse canto de vitória, sim,
os anjos ouvirão.
É qual voz de muitas águas:
voz de grande multidão.
O Universo inteiro para,
em espanto e admiração,
Ante o canto dos remidos
ao Senhor da redenção.
“Santo! Santo!”,
É o canto de anjos bons.
Eu hei de um dia unir a voz
a tais aclamações!
Mas quando eu lhes contar
a história dessa redenção,
Jamais irão compreender
tão grande salvação.